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Fundo Positivo lança Nono edital para projetos que englobem as diversas demandas das pessoas LGBTQIA+ no Brasil

O Fundo Positivo lançou o nono edital para financiamento de ações de organizações da sociedade civil neste ano, sob o tema “Fundo Positivo LGBTQIA+: (re)existindo”.  As ações devem ser voltadas à saúde mental, combate à insegurança alimentar, cuidados com saúde da pessoa idosa, direitos reprodutivos, empregabilidade, escolaridade, redução de danos e até mesmo cultura, tudo isso pensando a comunidade LGBTQIA+ e suas intersecções.

As inscrições vão de 13 de setembro de 2021 a 15 de outubro de 2021.  No total, 11 Organizações da Sociedade Civil (OSCs) serão selecionadas e podem concorrer organizações de qualquer região do país. Contamos com a presença de todes!

O Fundo Positivo lançará o edital dentro de um servidor próprio de editais, o que traz mais praticidade e independência para as organizações e estas podem apresentar projetos quanto fazer suas inscrições.

Ao longo de 6 anos, o Fundo Positivo já financiou projetos de 150 organizações da sociedade civil em todo o Brasil e que atendem uma ampla população. Para participar, é preciso pelo menos um ano de constituição formal (estatuto de fundação e CNPJ). Cada entidade pode enviar uma única proposta.  Mande seu projeto que ficaremos felizes em recebê-lo.

Os projetos vencedores serão conhecidos no final de outubro e já em novembro começarão seus trabalhos. A comissão que vai escolher os projetos é formada por representantes dos governos municipal, estadual e federal, além de acadêmicos e pesquisadores.  

Para se inscrever no 9º Edital acesse o link: https://fundopositivoprojetos.org.br/Edital/Details/35 e cadastre sua Organização e inscreva seu projeto


Comitê de Seleção de Projetos:

A comitê foi composto não só pela representatividade da sigla, mas, da mesma maneira, pela competência técnica e acadêmica das/dos pareceristas, a saber: Sofia Favero Ricardo (doutoranda, psicóloga e escritora), Alícia Kruger (Farmacêutica, doutora), Felipe Cazeiro da Silva (Doutorando, psicólogo, escritor), Bruna Andrade Irineu (Professora doutora da UFMT) e Flávia do Bonsucesso Teixeira (Professora Doutora da UFU).

Em um processo que durou três dias, o Comitê de Seleção dos Projetos do Fundo LGBTQIA+, definiu os 11 projetos contemplados. Com projetos aprovados nas 5 regiões do país, abarcando temas fundamentais para a população LGBTQIA+ propostos pelo edital como empregabilidade, acesso à justiça e equidade, questões diversificadas de saúde, demandas no sistema prisional e até mesmo relacionados a questão rural de pessoas travestis e transexuais.


É com muita satisfação e muita alegria que nós comunicamos e visibilizamos os projetos apoiados pelo Fundo LGBTQIA+ no Nono Edital. Confira as OSCs e os 11 projetos contemplados:

1 – ABEMAVI – “Casa da Diversidade: Espaço de Acolhimento, Promoção da Saúde, Advocacy, Combate a LGBTFOBIA a população LGBTQIA+ de Juazeiro do Norte”.

2 – INSTITUTO MÃE TERRA – “POSE NO CAMPO: promoção da diversidade sexual, saúde e cidadania LGBTQIA+ em Assentamentos do MST no Sul da Bahia.”

3 – Cooperativa de Trabalho de Artistas – “TirAção”.

4 – SOMOS – Comunicação, Saúde e Sexualidade – “ACOLHE+ Centro de Referência e Proteção LGBTI+”.

5 – Grupo Conexão G de Cidadania LGBT de Favelas – “Cozinha Trans”.

6 – Associação de Travestis, Transexuais e Transgênero do Estado de Roraima – ATERR – “Vamos Capacitar”.

7 – Grupo Orgulho, Liberdade e Dignidade – GOLD – “Exercitando a cidadania: Atividade física para LGBTI+ em privação de Liberdade”.

8 – Gestos – Soropositividade, Comunicação e Gênero – “Acolhimento sem preconceitos: Atenção Básica livre da LGBTIfobia”.

9 – Associação de Prostitutas de Minas Gerais – “TRANS(R)EXISTINDO: segurança alimentar e direitos”.

10 – A Associação de Gays, Lésbicas e Travestis na Tríplice Fronteira (AGLT-TF) – “Transformando caminhos: cidadania e empregabilidade para travestis, mulheres trans e outras pessoas LGB no Alto Solimões.”

11 – ONG AMIGOS DA VIDA – “TRANSFORMADAS – Empregabilidade, Geração de Renda e Segurança Alimentar da população de Transgêneros do Distrito Federal.”